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Corpo do Ator Nelson Xavier estar sendo velado na manhã desta quinta-feira no Rio - folha da bahia

Brasil

11/05/2017 às 10h19 - Atualizada em 11/05/2017 às 10h25

Corpo do Ator Nelson Xavier estar sendo velado na manhã desta quinta-feira no Rio

administrador
São Paulo - SP
FONTE: Por G1 Rio

Nelson Xavier em

Cerimônia de despedida será na Capela 1, do Cemitério do Caju, a partir das 8h. Corpo será cremado às 16h. Ator morreu na madrugada desta quarta, em Uberlândia, Minas Gerais.
velório do ator Nelson Xavier está marcado para a manhã desta quinta-feira (11), na Capela 1, do Cemitério do Caju, na Zona Portuária do Rio. O corpo do ator deixou Uberlândia (MG) no início da tarde desta quarta-feira (10) e chegou ao aeroporto Santos Dumont por volta das 17h30.
O velório vai começar às 8h e a cremação será às 16h, em uma cerimônia reservada para a família. As informações são da assessoria de imprensa da TV Globo.
Nelson Xavier, 75 anos, morreu na madrugada desta quarta em um hospital de Uberlândia. O artista nasceu em São Paulo, mas viveu boa parte de sua vida na capital fluminense.
Tereza Villela Xavier, filha do ator, usou sua página no Facebook para falar sobre a perda do pai.
"Lamento informar a quem possa interessar que meu pai, Nelson Xavier, faleceu esta noite em Uberlândia. Seu corpo será transferido, celebrado e cremado no Rio de Janeiro em cemitério ainda não determinado. Agradeço desde já as mensagens de apoio. Ele virou um planeta! Estrela ele já era. Fez tudo que quis, do jeito que quis e da sua melhor maneira possível, sempre", escreveu ela.
PERFIL: Nelson Xavier venceu timidez para virar ator
Em 2014, durante o Festival de Gramado, Nelson Xavier contou que fez tratamento contra o câncer de próstata em 2004 e que estava livre da doença. Foi lá também que recebeu o prêmio de melhor ator com "A despedida", um de seus últimos trabalhos.
Nelson Xavier já vinha sendo tratado em uma clínica de geriatria na cidade, prestadora de serviço do Hospital Santa Genoveva. Segundo informações do hospital ao G1, ele deu entrada nesta terça-feira (9), às 10h57 e, em seguida, transferido para um quarto particular. A morte, por volta das 0h45, ocorreu após o agravamento de uma doença pulmonar.
"O ator faleceu próximo a amigos e familiares. Estava com o semblante sereno", disse o o médico geriatra Tiago Ferolla. O corpo foi encaminhado para uma funerária do município e deve ser levado no início da tarde para o Rio de Janeiro.
Perfil
Nelson Agostini Xavier nasceu em São Paulo, em 30 de agosto de 1941. Chegou a cursar Direito, mas a paixão pelo cinema mudo o estimulou a mudar de profissão. Nos anos 1950, entrou para a Escola de Artes Dramáticas da Universidade de São Paulo e também para o Teatro de Arena – um dos mais importantes grupos de artes cênicas daquela época.
Atuou, então, em suas primeiras peças, entre elas "Eles não usam black-tie" (1958), de Gianfrancesco Guarnieri, "Chapetuba Futebol Clube" (1959), de Oduvaldo Vianna Filho, "Gente como a gente" (1959), de Roberto Freire, e "Julgamento em Novo Sol" (1962), de Augusto Boal.
Nelson era tímido e chegou a acreditar que não tinha vocação para as artes dramáticas, queria trabalhar atrás das câmeras. “Eu tive muita dificuldade em começar a fazer televisão. As máquinas eram enormes, eu tinha pavor, até tremia”, contou ao site Memória Globo. Nessa época, também foi jornalista. Com o diretor Eduardo Coutinho, trabalhou como revisor na revista "Visão", onde passou a colaborar também como crítico de cinema e teatro.
Cinema e TV
Após o golpe militar de 1964, que intensificou a censura ao teatro político, o ator passou a estar mais presente no cinema. Até o fim dos anos 70, fez mais de 20 filmes, entre eles "O ABC do amor" (1967), de Eduardo Coutinho, Rodolfo Kuhn e Helvio Soto, "É Simonal" (1970) e "A culpa" (1972), de Domingos de Oliveira; "Dona Flor e seus dois maridos" (1976), de Bruno Barreto, e "A queda" (1978), de Ruy Guerra, que lhe rendeu um Urso de Prata no Festival de Berlim.
Sua primeira participação na TV foi como o personagem Zorba, na novela "Sangue e areia" (1967), de Janete Clair. Seis anos depois, conseguiu seu primeiro grande papel, em "João da Silva" (1973). Mas foi em 1982 que viveu um de seus principais protagonistas, na primeira minissérie da Globo, "Lampião e Maria Bonita", dirigida por Paulo Afonso Grisolli e baseada nos últimos seis meses de vida de Virgulino Ferreira da Silva.
Na Bahia, gravou a minissérie "O pagador de promessas" (1988), dirigida por Tizuka Yamasaki, com autoria de Dias Gomes. Na trama, interpretou o gigolô Bonitão, que tentava seduzir a mocinha Rosa (Denise Milfont). Nelson também fez novelas, entre elas "Pedra sobre pedra" (1992), "Irmãos coragem" (1995), "Senhora do destino" (2004) e "Babilônia" (2015).
Em 2010, Nelson interpretou Chico Xavier nos cinemas. Na época, o ator afirmou que havia vivido ali seu melhor papel. "Finalmente fiz o meu maior papel. Fui invadido por uma onda de amor tão forte, tão intensa, que levava às lágrimas”, contou Nelson Xavier, que no longa viveu o líder espírita dos 59 aos 65 anos. “Nenhum dos personagens que fiz mudou minha vida. O Chico fez uma revolução”.

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