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Reforma política: corregedores eleitorais pedem adiamento do voto impresso - folha da bahia

Política

11/05/2017 às 10h34 - Atualizada em 11/05/2017 às 10h34

Reforma política: corregedores eleitorais pedem adiamento do voto impresso

administrador
São Paulo - SP
FONTE: Por Renan Ramalho, G1, Brasília

FONTE DESCONHECIDA

Reunidos com relator do projeto na Câmara, deputado Vicente Cândido, eles afirmaram que impressão de comprovantes de votação tem custo alto e problemas logísticos.
os corregedores da Justiça Eleitoral pediram nesta quarta-feira (10) ao relator da reforma política, deputado Vicente Cândido (PT-SP), o adiamento da implantação do voto impresso nas urnas eletrônicas, previsto para começar em 2018.
Reunidos em Brasília, eles manifestaram apoio ao projeto em tramitação na Câmara que muda as regras eleitorais, mas chamaram a atenção para os custos e problemas logísticos para imprimir comprovantes da votação.
“As previsões são que o Brasil gastará entre R$ 1 bilhão e R$ 2 bilhões com novos equipamentos e a manutenção, é um novo design, nova estrutura, nova complexidade, apenas para ter a impressão do voto. Ora, esse valor é tão grande que quase que se equipara ao valor do novo fundo eleitoral que se está propondo. Convenhamos, estamos vivendo num momento de profunda crise econômica”, alertou o corregedor-geral eleitoral, Herman Benjamin, acrescentando que o Brasil é festejado” em todo o mundo pelo voto eletrônico.
Ele diz que a Justiça Eleitoral cumprirá a lei que prevê o voto impresso, aprovado em 2015 pelo Congresso. Mas fez um “apelo” pelo seu adiamento. A norma diz que pelo menos 30% das urnas deverão estar equipadas com impressoras no ano que vem.
Relator da reforma, Vicente Cândido também recorreu ao argumento orçamentário para defender o adiamento ou revogação do voto impresso. Assim como o ministro, ele disse que o valor previsto equivale ao que está sendo proposto para o Fundo Eleitoral, verba pública que passará a alimentar as campanhas, que não terão mais doações de empresas.
“Estamos atrás de construir um fundo de R$ 2 bilhões ou coisa parecida para a campanha eleitoral, numa dificuldade, numa restrição orçamentária muito grande. Inventar um custo que não tem muita justificativa de R$ 1,5 bilhão agora nesse momento se torna inconveniente. Eu acho que até poderia ter uma declaração de contrariedade ao interesse público. O que é mais interessante nesse momento? Fazer campanha, pagar salário, ou criar custo que não tem justificativa plausível para arcar nesse momento”, afirmou.

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